Green Street Hooligans

Para quem vive o futebol durante o ano com enorme paixão apresento-vos um filme obrigatório. Para os restantes leitores, apresento-vos um bom filme. Isto porque, apesar de pensar que este filme é mais fascinante para quem ama o desporto-rei, o filme vai muito para além disso, encontrando-se um equilíbrio entre duas paixões, a do futebol e da vida.
Os segredos para o sucesso do filme são vários e passo a descrevê-los pela forma que os percepcionei:
- A descrição de uma realidade tão intensa (Hooliganismo) com certos pormenores verídicos que aperfeiçoam a história enquanto ficção (nomes dos clubes e das claques verdadeiros);
- A interpretação de Elijah Wood. Se é verdade que a personagem está muito bem definida nas suas características, o (finalmente) ex-Frodo desempenha-a com consistência e seguido uma linha de coerência perfeitamente adequada às exigências do protagonismo;
- Charlie Hunnam, se este actor garante imediatamente aprovação no público feminino pela constituição física, a sua prestação não fica nada atrás, revelando-se um actor pronto a responder a novos desafios;
- O facto de não se ter escolhido claques de equipas famosas;
- A realização. A palavra equilíbrio volta a ser perfeita para classificar mais um aspecto do filme: o filme está longe da realização estereótipada do continente americano, aproveitando o melhor da América e da Europa e, as cenas de conflito entre claques são perfeitamente violentas sem serem chocantes; e
- O fim do filme. (por razões óbvias não vou desenvolver)
Título: Green Street Hooligans Realização: Lexi Alexander Elenco: Elijah Wood, Charlie Hunnam, Claire Forlani, Marc Warren, Leo Gregory, Henry Goodman, Geoff Bell, Rafe Spall, Kieran Bew, Ross McCall, Francis Pope, Christopher Hehir
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